quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Saiba mais sobre Azeite de Oliva

Utilizado desde tempos imemoriais como ingrediente culinário, o Azeite foi “redescoberto”, tendo-se convertido num dos pilares da cozinha moderna e saudável. O seu consumo não se confina às regiões produtoras, e espalha-se hoje por países tão distantes como o Japão ou a Austrália.

O Azeite dá sabor, aroma e cor, integra os alimentos, personaliza e identifica um prato.


Na hora de escolher um azeite deve-se esquecer:

Da acidez do azeite pois está não está directamente relacionada com o seu sabor. A acidez está relacionada com o estado fitossanitário das azeitonas, enquanto que o sabor, cor e cheiro do azeite é dado por pequenos compostos chamados compostos menores.

Da cor do azeite pois esta não está relacionada com a qualidade. Azeites mais verdes são provenientes de azeitonas mais verdes enquanto que azeites mais amarelos são provenientes de azeitonas mais maduras.

E deve lembrar-se que:

O azeite inicia processos de deterioração a partir do momento em que é extraído, logo não deverá armazená-lo por períodos muito prolongados de tempo;


Dentro da ampla gama de Azeites hoje disponível no mercado, deverá eleger o Azeite em função da sua utilização culinária e do seu gosto pessoal, sendo que os tipos disponíveis são:

Azeite Virgem Extra


Azeite de qualidade superior, com sabor e cheiro intensos a azeitona sã. Não apresenta nenhum defeito organoléptico. Acidez igual ou inferior a 0,8%. Apto para o consumo directo e ideal para temperar a cru. Os azeites virgem extra de sabor mais suave são ideais para o tempero de saladas e alimentos com sabor mais suave, bem como para a doçaria.

Por outro lado, os azeites virgem extra de sabor mais intenso vão melhor com alimentos de sabor mais marcado e poderão ser utilizados para a confecção de alguns molhos.


Azeite Virgem

Azeite de boa qualidade, com sabor e cheiro a azeitona sã. Acidez igual ou inferior a 2%. Apto para consumo directo e apropriado para assados, sopas, refogados ou marinadas.


Azeite – contém azeite refinado e azeite virgem.

Trata-se de azeite refinado, enriquecido com azeite virgem, aromático e frutado, com grau de acidez igual ou inferior a 1,0%. É ideal para frituras dada a sua elevada resistência às altas temperaturas. É mais barato, mantém o valor nutritivo do azeite e tem um ponto de fumo bastante elevado o que permite aumentar o seu número de utilizações. Além disso, forma uma crosta na superfície dos alimentos, que impede a penetração do Azeite no interior dos mesmos. Com a utilização do Azeite para a fritura obtêm-se fritos mais secos e apetecíveis.


CURIOSIDADES

Sabia que...

Todas as azeitonas são negras se as deixarem amadurecer até ao fim.

Para extrair 1 l de Azeite são necessários, em média, 5 a 6 Kg de azeitonas.

O grau de acidez pouco ou nada tem a ver com o cheiro e o sabor do Azeite. A acidez tem a ver com a quantidade de ácidos gordos livres que o Azeite possui e também com a variedade e o estado de maturação da azeitona quando é colhida.

A cor do Azeite não está directamente ligada ao seu sabor ou aroma. Um Azeite verde provém de azeitonas ainda verdes enquanto que um Azeite dourado provém de azeitonas maduras. Mas o Azeite é geralmente obtido a partir de uma mistura de variedades de azeitonas, com diferentes graus de maturação.

Como produto natural que é o Azeite, ao contrário do vinho, não melhora com o tempo, pelo que é aconselhável consumi-lo o mais cedo possível. Quando bem acondicionado, pode conservar-se, sem alteração das suas características, ao longo de 18 meses a partir da extracção.

O rendimento do Azeite é maior do que o de outras gorduras vegetais, tanto em frio como em quente.

O Azeite deve guardar-se em recipientes de vidro, de preferência escuro, ou em recipientes de folha de flandres ou de aço inox. Deve manter-se em local fresco, sem luz e longe de produtos com cheiros intensos para evitar que os absorva.

Quando sujeito a temperaturas muito baixas o Azeite pode solidificar. Contudo, ele retomará o seu aspecto inicial quando volta à temperatura ambiente, não perdendo nenhuma das suas características.

Niel Amstrong deixou na lua um raminho de oliveira em ouro como símbolo da paz.





Azeite de Oliva é sinônimo de saúde e sabor!!!!!!!!!!!!




quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Vinícolas da Turquia ganham espaço no mercado internacional

A região sul da Turquia se tornou uma área promissora para a produção de vinhos - muitos especialistas a compararam com Napa Valley, EUA, famosa por vinícolas 'top' do mundo.

"As vinícolas premiadas da Turquia estão atraindo famosas marcas de vinho do mundo", disse Yasin Tokar, chefe da Associação de Produtores de Vinho da Turquia, no sul da província de Denizli.

Essa associação e o mercado de vinho turco realizaram uma conferência para a imprensa em Denizli. Notando que as vinícolas turcas vinham sendo comparadas frequentemente com as famosas vinícolas de Napa Valley, Tokat disse, "Vinhos produzidos na região sul da Turquia são altamente favorecidos entre os amantes de vinho que procuram sabores únicos".

"As uvas plantadas em uma área de 30 milhões de metros quadrados em Denizli atraem muitos produtores de vinho mundialmente famosos", ele disse, acrescentando que Cabernet Sauvignon e Shoraz são dois tipos favorecidos pelos produtores estrangeiros.

Kalecik Karasi, uma uva plantada majoritariamente na Turquia Central, e Öküzgözü e Boğazkere, ambas uvas vermelho-escuras e originárias do leste do país, são listadas como as uvas favoritas pelos produtores estrangeiros, já que os vinhos produzidos por essas uvas apresentam um sabor e aroma únicos, encontrados apenas em solo turco.

Desde que muitos fazendeiros começaram a focar na produção de uvas na província do sul do país, eles têm sido encorajados por uma forte demanda local e internacional, e Denizli emergiu como o centro dos negócios vinícolas da região.

"Trio, um vinho único de Öküzgözü, Boğazkere e Kalecik Karası misturadas como Cabernet Sauvignon ou Shiraz é o favorito de muitos amantes de vinho", disse Tokat. Esse vinho especial ganhou duas medalhas de bronze nas competições vinícolas nos EUA e Reino Unido esse ano, ele acrescentou.

Apesar do sucesso internacional do vinho turco, as suas exportações do país tem se concentrado em três mercados particulares: o norte de Cyprus, com 26%, Bélgica com 23% e Alemanha com 10%, de acordo com a Export Prootion of Center of Turkey.


Fonte: Revista Adega

terça-feira, 9 de agosto de 2011

III Festival Gastronômico de Portalegre

Evento acontece de 12 a 14 de agosto e pretende valorizar a culinária de influências alentejanas e sertanejas através das oficinas e palestras. Haverá shows musicais de Alcymar Monteiro, Capim Cubano e outras atrações.

Há 250 anos, o português Miguel Carlos Caldeira de Pina Castelo fundava a terceira Vila da Capitania do Rio Grande. A data era 8 de dezembro de 1761. O valor sentimental daquele pequeno povoado, a 700 metros de altitude, pesou na escolha do nome de batismo, pois o lugar lhe lembrara a outra Portalegre, na região do Alto Alentejo, em Portugal. Em tom de homenagem, nascia assim a cidade de Portalegre, no oeste norte-rio-grandense, município cujo passado é recheado de histórias e lendas e que chegou a ser a capital do RN por um período de nove dias. Desde 2004, Portalegre foi reconhecida como Cidade-irmã da sua homônima portuguesa.

Apesar de toda essa ligação sentimental e histórica, faltava ainda um tempero na mistura: a gastronomia portuguesa em solo portalegrense. O III Festival Gastronômico e Cultural de Portalegre, que acontece de 12 a 14 de agosto, pretende dar o primeiro passo no resgate dessa culinária de influências alentejanas e sertanejas através das oficinas e palestras.
Com realização da Lógica Eventos e produção das Secretarias de Cultura e de Turismo e Meio Ambiente de Portalegre, o festival tem patrocínio do Governo do Estado, prefeitura de Portalegre e Ministério do Turismo. A direção do evento é de Walde Faraj, Carlos Lira Jr e Sanylle Faraj. A coordenação gastronômica é dos chefs Cacau Wanderley e Gabriel Camilo. A produção local é dos secretários municipais Temístocles Maia e Maria Aucely Costa.



PROGRAMAÇÃO:

sábado, 30 de julho de 2011

Cape Elephant Ruby Cabernet

Já presente em algumas cartas dos principais restaurantes de Natal e aprovado por todos que o provaram, o vinho sulafricano com uma uva bastente particular no mercado, a Ruby Cabernet, tem sido elogiado em muitas degustações e harmonizações que estão sendo realizadas.


A VINÍCOLA


O vinho pertence a vinicola Lutzville Vineyards, situado a e uma hora e meia da cosmopolita Cape Town, onde estende-se às margens do poderoso Olifants (Elefante) Rio, como ela, flui para o diamante ricos West Coast of South Africa. Fatores como tempo de resfriamento da brisa do Oceano Atlântico, temperaturas com grande variação entre o dia e a noite e solo ideal conspiram para criar micro-climas perfeitos para o cultivo de uma variedade de cultivo para a perfeição - o segredo por trás do personagem rica e aromas superior dos vinhos Lutzville e Diamond Cape Wine.

A produção de vinho ao longo do rio Olifants remonta pelo menos 200 anos, quando o explorador francês François Le Vaillant coletou alguns registros de compra de "bebidas fortes" de uma certa viúva Van Zeijl perto do final da década de 1700. Em 1941, foi rebatizado Vlêrmuisklip Lutzville, e desde o seu início humilde como um posto avançado agrícola, tornou-se a casa de Lutzville Vineyards - um dos produtores de vinho mais bem sucedidos do país.


Cape Elephant Ruby Cabernet


Apresenta cor púrpura intenso e profundo e suaves tons avermelhados. Ao nariz notas de blackberry e chocolate escuro. Na boca apresenta delicado sabor de canela.



A VARIEDADE RUBY CABERNET


A Ruby Cabernet é o cruzamento das variedades Cariñena e Cabernet Sauvignon, onde se busca potencializar o calor da cariñena com a qualidade da Cabernet Sauvignon. Sua maior produção se encontra na Califórnia, Africa do Sul e Austrália e caracteriza-se por apresentar boa coloração e agradável sabor a framboesas.



segunda-feira, 18 de julho de 2011

Cervejas Gourmet - Leuven Cervejas Artesanais

Um pouco de história



A Cervejaria Leuven surgiu em 2010, mas a história de paixão e dedicação pelas cervejas artesanais teve início bem antes disso. Essa preparação foi uma escola feita em casa que levou mais de 20 anos de estudos para chegar nas fórmulas que você encontra hoje.

Alexandre Godoy, fundador da Cervejaria, elabora bebidas alcoólicas seguindo as tradicionais receitas de seu bisavô, Octávio Teixeira Mendes, desde 1980. A partir daí, Alexandre não parou mais de estudar e se dedicar aos processos fermentativos. Se formou engenheiro agrônomo, fez mestrado na área de Processos de Cervejaria e Destilação em Edimburgo, na Escócia, e aliou seus conhecimentos profissionais à experiência de cervejeiro caseiro para fazer da Leuven uma cerveja Top Premium de verdade.



A microcervejaria


Leuven desenvolve cervejas artesanais inspiradas nas tradicionais cervejas da Bélgica. São bebidas de altíssima qualidade para um público de paladar exigente, que busca em uma cerveja diferenciada a combinação perfeita para pratos especiais e outros tipos de alimentos.

As cervejas Leuven são feitas com maltes importados, lúpulos nobres e leveduras especialmente selecionadas para garantir uma fórmula que a diferencie pelo aroma e sabor frutados.
Atualmente, a Cervejaria Leuven produz três tipos de cerveja: Golden Ale, Red Ale e a especialíssima Dubbel.




Mais informações:


Festival Gastronômico de Martins

O circuito culinário pelas serras potiguares continua e agora o destino é serra de Martins. O vácuo deixado com a não realização da edição 2010, certamente não deverá esvaziar o Festival Gastronômico e Cultural do município localizado no médio oeste potiguar, a 370 km de Natal, que volta a ser realizado este ano, de 21 a 24 de julho. Além de tradição culinária, Martins é também uma das mais atrativas e famosas cidades da região.

Cidade de passado histórico, Martins é também um dos municípios com a maior riqueza culinária daquela região potiguar. E é justamente essa riqueza que vai incrementar o cardápio da Cozinha Show, com oficinas de alguns dos melhores chefs do Rio Grande do Norte.

Segundo o diretor do circuito dos festivais Walde Faraj, em Martins serão trabalhados sabores típicos da região, incluindo uma novidade: a carne de porco. "Todo mundo na serra de Martins cria ou come carne de porco. Vamos mostrar a versatilidade da carne pela primeira vez". Além da carne suína, voltam aos menus o cordeiro, considerado a estrela da serra, o pescado tucunaré, a carne de boi e demais iguarias da serra.

O Festival também irá contar com o apoio da Ligzarb e Casta Real Representações, que seguirá fornecendo os vinhos para o Festival, realizando degustações e palestras com vinhos e cervejas especias.

OFICINAS INTERATIVAS

Nesta edição também não haverá concursos de chef. Todos os horários serão preenchidos com oficinas gastronômicas para o público. Estarão realizando oficinas os chefs Marcio Freire (Oficina contemporânea/Cordeiro), Pedro Junior e Gabriela Sales (guarnições decorativas e finalização de pratos), Eugênio Cantídio (oficina Cordeiro), Sushiman Maicon (oficina oriental/peixes), Ângelo Medeiros (oficina infantil/cup cakes), Nito Avelar e François Schimmt (“La minuta”/Suínos), Tadeu Lubambo (oficina fusion/Tucunaré), bartender Marcelo Labre (drinks para toda hora), Sanylle Faraj e Witame Jr (massas e pizzas), nutricionista Juliana (segurança alimentar) e ainda sommeliers Rodrigo Lima e Fabiana Dall’onder falando sobre vinhos e cervejas especiais.


Programação Musical:


Quinta Feira - 21/07:
20h às 22h - Grupo Sambakana

Sexta Feira - 22/07:
18h às 19h - Banda de Música de Martins
19h às 20h - Gustavo Costa
20h às 20h40min - Solenidade Oficial
21h às 22h30min - Diogo Guanabara e Camila Masiso
22h30min às 00h - Rodolfo Amaral
00h30min às 2h - As Nordestinas

Sábado - 23/07:
18h às 19h - Banda de Música de Martins
19h às 20h30min - Missa na Igreja Matriz
20h30min às 22h - Antônio de Pádua
22h às 23h30min - Macaxeira Jazz
23h30min às 1h - Caxumba 04
1h às 2h30min - Banda Café

sábado, 2 de julho de 2011

Festival Gastronômico e Cultural

O Primeiro Festival Gastronômico e Cultural de Monte das Gameleiras, de 7 a 10 de julho, abre o "Circuito das Serras". O de Martins, de 21 a 24, é o proximo no roteiro. Frio, culinária, arte, cultura lazer e belas paisagens aguardam pelos potiguares.

Este evento também contará com palestras dos principais chefes dos restaurantes da cidade de Natal, juntamente com atrações culturais, com objetivo de incrementar o turismo local unindo cultura, lazer e gastronomia. Este evento também contará com o a participação da LIGZARB, juntamentecom o apoio da CASTA REAL REPRESENTAÇÕES, serão responsáveis pelo fornecimento os vinhos, onde poderão ser consumidos nos restaurantes das cidades que farão parte do roteiro.

SOBRE O LUGAR

Monte das Gameleiras fica a 137 Km de Natal a cerca de 500 m de altitude acima do nivel do mar, fazendo divisa com o estado da PB. Com uma temperatura que oscila entre 11º e 38º , o município aposta no diferencial do clima e nos diversos atrativos turísticos naturais como serras que variam uma altitude de 500m a 800 m, o açude do pituaçu, as pedras do navio e pintada, que contém traços simbólicos provavelmente dos índios que ali habitavam e seus vários tanques naturais. É nessa pequena cidade, com cerca de 3 mil habitantes que inicia o "Circuito das Serras" do RN.