segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Adega de vinhos em casa

Adegas de Vinhos climatizadas proporcionam o ambiente ideal para o armazenamento dos vinhos, pois é possível controlar todos os fatores que garantem uma boa conservação, como umidade e temperatura.

Muitos modelos de adegas de vinhos são equipados com softwares internos os quais são possíveis registrar dados sobre os vinhos guardados, como o tipo da uva, nome da vinícola, a safra, …

Atualmente estão disponíveis no mercado uma série de modelos de Adegas de Vinhos Climatizadas diferentes. Todas essas variações disponibilizam modelos para todos os tipos de necessidades e bolsos, havendo desde modelos mais simples, para 6 garrafas apenas, até modelos que podem ser feitos sob medida segundo as especificações do usuário.

Para decidir qual o melhor modelo de Adega de Vinho para comprar, a primeira coisa a fazer é verificar quais são as suas necessidades. O ideal é manter em casa somente a quantidade de vinho que se costuma consumir no dia a dia.

Portanto, uma adega de vinho pequena costuma ser suficiente para uso particular. Outro fator a ser levado em consideração são as funções tecnológicas da Adega de Vinho. É necessário analisar qual a necessidade de uma adega com funções mais específicas, como softwares que podem catalogar os vinhos ou sistemas em que é possível programar a temperatura para cada vinho armazenado.

Qual a temperatura ideal para conservar o vinho?
A temperatura de conservação não deve ser muito alta, e nem muito baixa. Alguns especialistas acreditam que algo em torno de 15o é o mais adequado. Outros afirmam que a temperatura ambiente costuma ser suficiente para a conservação do vinho. É sempre necessário, porém, levar em consideração o tipo de vinho que se está armazenando.

Para uma explicação mais detalhada visite o site:
http://revistaadega.uol.com.br/Edicoes/51/artigo162131-1.asp

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Curso Iniciação ao Mundo do Vinho

Curso de Iniciação ao Mundo do Vinho para iniciantes com informações didáticas e degustação comparativa de vinhos, realizado no luxuoso Hotel Majestic
  • Aprenda também os segredos, a história e como escolher um bom vinho para aquela refeição especial
  • São 4h de aula, que pode ser feita dia de semana (quarta ou quinta) ou final de semana (sábado)
  • Curso ministrado pelo renomado consultor de vinhos Guilherme Luz e pela sommelier internacional Fabiana Dall'Onder
  • Inclui apostila e certificado      
Compre seus cupons pelo site:
 http://www.peixeurbano.com.br/natal/ofertas/casta-realSAJMHF

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Musica para beber: Parov Stelar

 Parov Stelar, ou Marcus Füreder para os íntimos, é um produtor austríaco que toca um nü-jazz de primeira. Pra que não sabe, o Nü-Jazz é um termo muito utilizado na década de 90 para referenciar o gênero jazz misturado com outros elementos e estilos musicais.

 Sintetizar o som do Parov é como uma batida bem moderna com uma pegada vintage que remete as décadas de 30 e 40, é impossível ouvir e ficar parado. É algo tão simples a ponto de ser complexo. O tipo de coisa pra ouvir no conforto do lar, é algo “estimulorelaxante“, sem explicação. Depois de um relativo sucesso, na carreira solo. Nosso amigo resolveu agregar valor ao seu som e incrementou com uma banda. Vale a pena conferir.

DICA:  Degustar Parov Stelar acompanhado de uma boa vodka com suco de laranja.


Fonte: Etilicos.com

7 curiosidades sobre Whisky

O Brasil vem crescendo economicamente como poucos países e para nós, o que mais interessa é o consumo de bebidas alcoólicas ou não. Poucas pessoas sabem que o Brasil é considerado um dos maiores consumidores de whisky do mundo. Mas será que os brasileiros só consomem ou entendem também?!

Aqui vão algumas curiosidades e erros comuns que profissionais e amantes da bebida deveriam saber:

07 | TODO SHOT É COWBOY, MAS NEM TODO COWBOY É SHOT
Você que fica bravo quando o bartender lhe serve um whisky cowboy no copo “on the rocks” saiba que não tem o direito de ficar nervoso! O “whisky cowboy” nasceu para exemplificar como se tomava whisky no faroeste americano, isto é, puro e sem gelo. Claro, até porque naquela época não havia gelo nos bares, a não ser que seu bar preferido ficasse no pólo norte.
Já o shot é um modo grosseiro de se tomar qualquer tipo de bebida: puro, sem gelo, em um gole só, que era bem comum entre os cowboys também. Quando chamo de grosseiro quero dizer que você não saboreia a bebida corretamente perdendo uma série de características aromáticas. Esse tipo de degustação demonstra mais atitude do que objetividade. Portanto saiba como pedir seu whisky a partir de hoje, ok?!


06 | EXISTE OU NÃO EXISTE WHISKY 08 ANOS?!
Será mesmo?! Nesse caso existem dois erros. No Brasil confundimos a informação nos whiskyes que chamamos de “standard”. O whisky “standard” é um produto criado para atender demanda, já que o número de produtos com idade denominada não supre o número de consumidores. Atenção ao rótulo: quase todos os whiskyes que os cardápios identificam como 8 anos na verdade são standard. Isso significa que eles possuem uma mistura (blend) de maltes envelhecidos de 3 à 8 anos. Porém, fica a dúvida: Existe ou não whisky 8 anos? Aí sim, a resposta é SIM. Veja bem, não existe uma regra que dita o tempo mínimo que um whisky deva ser envelhecido. Existem sim regras em cima da produção, da técnica e da denominação utilizada. Pouco tempo atrás, o mercado brasileiro recebeu o whisky “King James 8 years old”. Além dele, existem inúmeras marcas espalhadas pelo mundo com a idade referida como o canadense Black Velvet, o irlandês Greenore e o single malt irlandês Teerenpeli. Cuidado com as informações no cardápio!



05 | WHISKY E WHISKEY NÃO SERVEM PARA DENOMINAR  QUALQUER BEBIDA
Tecnicamente Whisky e Whiskey são a mesma coisa. Whiskey é uma abreviação para o significado verdadeiro dessas duas palavras em gaélico “água da vida”. Essa grafia é mais comum na Irlanda e nos EUA. É possível que os americanos tivessem herdado essa forma de escrita dos imigrantes irlandeses no século XIX. É como a nossa mandioca em SP; aipim em Minas e Bahia e macaxeira no restante do Nordeste. Diferença não há, porém as pessoas não irão gostar muito que você mude as palavras. Então whisky na Escócia e whiskey na Irlanda, EUA e Canadá, não se esqueça!
 

04 | JACK DANIEL’S NÃO É BOURBON……MAS JÁ FOI!
Você, bartender fissurado por história de marcas e bebidas deve ter achado esse tópico encheção de linguiça não é?! Pois bem, e se eu disser para vocês que Jack Daniel’s já foi um Bourbon?!  Não estou louco não, é a mais pura verdade! No início do século passado, todos os whiskyes americanos eram considerados bourbons. Jack Daniel’s só viria a ser Tenesse Whiskey em 1941 pelo governo americano.
Durante a Lei Seca, Lem Motlow, sobrinho de Mr. Jack, mudou  a destilaria  para o Missouri e Alabama (segue a foto ao lado, localizado num galpão da Av. Duncan, 4000), ambos sem êxito principalmente por não ter a mesma água. Só depois de Lem entrar para o senado americano e fazer muito lobby, a destilaria voltou para Lynchburg onde se encontra até agora e se estabilizou como Tenesse Whiskey.


03 | MISTURAR ÁGUA COM WHISKY NÃO É COISA DE MOCINHA.
Você está no balcão, de repente chega um senhor mal humorado com cara de que vai bater em alguém e pede um whisky com um pouco de água. Você deve pensar: ” Aff, que fracote!” Se enganou de novo amigão. Misturar um pouco de água ao seu “espírito” fará com que os aromas e sabores libertem-se mais rapidamente e potencializem-se dentro do copo. Vale dizer que é um pouco de água, algo como 1/4, e não para dividir meio a meio.
 

02 | WHISKY NÃO ENVELHECE NA GARRAFA!
Certo dia alguém chegou a mim e disse: “Nossa, se você visse a garrafa de Scotch que meu pai tem em casa…ela é da década de 20! Deve ser uma delícia!” Eu disse: ” Na verdade, se ela tiver alguma qualidade ainda, como produto de consumo, ela parou de envelhecer na década de 20. O que seu pai tem é um produto de coleção.” Aí ele retrocou: ” Mas você é bartender e não sabe que whisky melhora quando é envelhecido?”
O envelhecimento só é válido quando o líquido está em contato com a madeira. Sabe, aqueles barrís, que ficam em uma cave escura, quieta, paradinha, sem luz. O destilado só arredonda suas notas mediante tempo de envelhecimento nos barrís no contato do líquido com a madeira e não como meu amigo disse depois.


01 | WHISKY SÓ IRLANDÊS, ESCOCÊS, AMERICANO E CANADENSE? AH VÁ!
Você até então acreditava que Whiskyes  viriam somente desses países não é? Devo dizer que você precisa conhecer algumas maravilhas na Espanha, Paquistão, Japão (que ganhou como melhor whisky do mundo) e em especial a Índia. Oi, Índia!? Pois é! Para quem não sabe a Índia é o segundo país no mundo quando se trata de número de destilarias de whisky maltado, atrás apenas da Escócia. E você encontra verdadeiras aquarelas etílicas por lá como o Amrut Whisky, como também encontra produtos repugnantes. Nos próximos anos é bem capaz da Índia potencializar o mercado de exportação e então quem sabe teremos o prazer de saborear um trago da terra de Gandhi? Mas se você for à Índia, não se esqueça de trazer uma garrafa para esse bom e velho amigo que vos escreve!


Fonte: Mixology News







quarta-feira, 20 de junho de 2012

Sem mais dores de cabeça

Uma nova cepa de leveduras eliminará as reações alérgicas desencadeadas pelas aminas. Graças à ajuda de leveduras geneticamente modificadas, consumidores de vinho podem brevemente serem capazes de beber sem o risco de dores de cabeça, hipertensão ou enxaqueca.

Desenvolvida na Universidade da Columbia Britânica essa nova cepa produz menos aminas, um produto encontrado em vinho tinto e na Chardonnay conhecido por provocar reações indesejáveis.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Um pouco sobre os vinhos da Africa do Sul



Nas duas ultimas décadas houve grandes avanços e progresso na industria vinícola sul africana. Em meados da década de 80 o uso de novos e semi-novos barris de carvalhos passou a ser bem difundido pelos grandes produtores, para o envelhecimento dos vinhos tintos e em pequena escala para os vinhos brancos. As pragas, que sempre foram uma fonte de preocupação para os viticultores, foram totalmente controladas, se não dizimadas. As grandes vinícolas aderiram ao programa de replantio de suas vinhas, com a finalidade de aumentar a qualidade das cepas e consequentemente produzir vinhos de excelente qualidade.

Essa época marca a entrada da África do Sul, como um dos representantes dos vinhos do Novo Mundo, produzindo vinhos mais acessíveis logo após o lançamento, em vez de vinhos que exigem um longo prazo na adega.

O ajustamento com acido tartárico raramente é aplicado. Os chardonnays já não passam muito tempo em contato com o carvalho, a introdução da fermentação malolática trouxe uma nova dimensão aos estilos produzidos.

Os produtores adotaram praticas mais modernas de viticultura, um fator muito negligenciado no passado. Atualmente uma vinícola não entra em produção sem que estudos científicos de no mínimo dois anos sejam realizados, tais como, identificação do solo, condições climáticas predominantes, cepa e enxerto compatíveis um com o outro, a compatibilidade de ambos com o solo, necessidade de irrigação, entre outros fatores. O Conselho de Pesquisa Agricultural Nietvoorbij, hoje de renome internacional, ee um dos grande responsáveis por essas mudanças.

Outro fator essencial para a ascensão do vinho sul africano foi a conscientização dos produtores locais com a própria identidade do vinho do Cabo. Atualmente o Cabo já não se preocupa em copiar o estilo de "terroir" da Franca, Austrália ou Califórnia. O vinicultor local se deu conta que o Cabo tem o potencial de produzir o seu próprio estilo e competir com sucesso no exterior.

Porem, a industria vinícola sul africana ainda não se deu satisfeita com o sucesso alcançado nesses últimos anos. Os grandes vinicultores continuam experimentando, seja na vinícola ou dentro da adega, em busca de melhor qualidade e consistência.

A tendência ee a produção de vinhos saudáveis com menos aditivos e manipulação possíveis. O resultado não poderia ser outro. Novas vinícolas tem aberto as portas a cada ano e aquelas já bem estabelecidas, tem colocado vinhos de grande expressão no mercado.

As cepas predominantes no momento, denominadas "cepas nobres" ou "the big 6" são: Cabernet Sauvignon(5,1% das vinícolas sul africanas), Merlot(2,2%), Shiraz(1,3%), Pinotage(um híbrido do Pinot Noir + Cinsaut 3,9%), Sauvignon Blanc(4,8%), Chardonnay(4%). Outras cepas de destaque são: Chenin Blanc(a cepa mais versátil e plantada no pais com 26,8%), Colombard(10,9%), Semillon(1%), Muscat(5,3%), Weisser Riesling(0,8%), Cinsaut(4,1%), Cabernet Franc e Pinot Noir em ascendência.

A grande maioria das vinícolas são abertas ao publico, algumas oferecem uso de dependências como restaurantes, centro de convenções, teatro arena, alem da degustação dos vinhos da fazenda. Os vinhos podem ser comprados diretos da fazenda, cujos preços variam de US$3 a US$20,00 dólares.

Os grandes expoentes entre as vinícolas da África do Sul que produzem vinhos de qualidade e consistência são:

Na região de Constantia (zona urbana da Cidade do Cabo)

- Buitenverwachting - sinônimo de finesse e elegância. O replantio das vinhas no começo da década de 80, trouxe altos dividendos para essa vinícola. Ela se especializa na produção do Christine(blend), Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc, Chardonnay e Merlot. O segundo rotulo da fazenda Buiten Keur(tinto) e Buiten Blanc(branco) são também de alta qualidade.

- Klein Constantia - uma vinícola bem eclética. Sauvignon Blanc, Chardonnay, Semillion, W. Riesling, Cabernet S., Shiraz, Pinot Noir, Marlbrook(blend) são produzidos. Porem, a vinícola ficou famosa por produzir o legendário Vin de Constance, um vinho de sobremesa, favorito de Napoleao Bonaparte quando no exílio na ilha de Santa Helena, e também o ponto fraco do Madiba (Presidente Mandela). Recentemente a publicação francesa Les Plus Grands Crus du Monde incluiu o Vin de Constance entre os 44 grandes rótulos do mundo. No ano passado fez parte do Primeiro Annual Decanter Great Winemaker Dinner no hotel The Ritz em Londres.

- Na região de Stellenbosch( a grande concentração das melhores vinícolas sul africanas, 45 km da Cidade do Cabo) - Warwick - A canadense Norma Ratcliffe ee uma das poucas mulheres vinicultoras do pais. A vinícola se especializa em Pinotage, Cabernet Franc, Trilogy(blend) e Cabernet Sauvignon.

- Thelema - essa vinícola faz parte da elite reconhecida internacionalmente. O vinicultor, Gyles Webb, foi um dos convidados para uma palestra do evento mais prestigiado dos EUA, o Wine Spectator's New York Wine Experience. Um dos melhores exemplares de Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay e Sauvignon Blanc são produzidos nesta vinícola. Os vinhos depois de lançados no mercado não duram nas prateleiras. Cansado de receber tantas encomendas por telefone, em um desses telefonemas ele respondeu: "Desculpa, nem que fosse pra Rainha da Inglaterra eu poderia suprir o meu Sauvignon Blanc". A pessoa do outro lado da linha respondeu:

"Mas é pra Rainha mesmo". A pessoa que encomendou o vinho estava organizando o ultimo jantar oficial da Rainha Elizabeth durante a visita dela na África do Sul!

- Grangehurst - o vinicultor Jeremy Walker ee um dos grandes artesãos da industria. Essa será apenas a 6 colheita dessa "wine-boutique", porem, todos os lançamentos são de dar água na boca. Cabernet Sauvignon, Pinotage e Cabernet-Merlot blend são os vinhos produzidos. Produziu em 93 um dos poucos vinhos a receber cinco estrelas dos críticos locais, o Cabernet-Merlot blend.

- Stellenzicht - a reputação do vinicultor Andre Van Rensburg: "tudo o que ele toca vira ouro". Sem duvida o vinicultor mais premiado no pais nos últimos anos. Ele experimentou todo tipo de cepa com muito sucesso. Em 94 ele produziu um shiraz (Syrah 94) que deu muita polemica na África do Sul. Os críticos locais concederam apenas uma medalha de prata no concurso Veritas a esse vinho. O vinho no exterior bateu os melhores shirazes australianos e franceses. Era vendido a US$30,00 a taça no hotel Waldorf-Astoria em Nova Iorque. O vinicultor em busca de outros desafios mudou para a vinícola Vergelegen.

- Kanonkop - o vinicultor Beyers Truter tem o titulo de o Rei da Pinotage do pais. Ultimamente ele esta a frente de uma comissão para introduzir essa cepa no cenário mundial, que já ee plantada na Califórnia, Nova Zelândia e Zimbabwe. O Cabernet e o Paul Sauer(blend) são outros vinhos produzidos nessa vinícola. Beyers também ee responsável pelo vinho produzido na vinícola Beyerskloof, o Cabernet e o Pinotage.

- Vergelegen - os experts estão de olho nessa vinícola. Uma das adegas mais modernas do pais, apesar das vinhas ainda jovens, tem produzido Sauvignon Blanc, Chardonnay e Merlot de alta qualidade. Um dos grandes vinicultores do pais, Andre Van Rensburg, recentemente tomou posse da adega.

- Lievland - tem produzido excelente Shiraz e DVB(blend). O segundo rotulo da vinícola Lievlander recebeu um cinco estrelas da Decanter numa competição onde mais de 100 cabernet e cabernet blend sul africanos participaram em Londres.

- Mulderbosch - um dos mais consistentes Sauvignon Blanc e Chardonnay do pais. O blend produzido na vinícola, Faithful Hound, vem melhorando a cada ano.

- Meerlust - uma das vinícolas mais tradicionais do pais, nas mãos do vinicultor italiano Giorgio Dalla Cia, produzindo primeira classe Merlot, Rubicon(blend), Pinot Noir e em 97 o primeiro Chardonnay da vinícola após 10 anos de experiência interna. Ainda em 97 Meerlust lançou a primeira grappa sul africana.

Na região de Paarl (60 km da Cidade do Cabo)

- Backsberg - extremamente dinâmi ca, mais conhecida pela alta qualidade e baixos preços dos vinhos produzidos. Uma vinícola versátil, plantando vários tipos de cepa, as quais se sobressaem o Cabernet Sauvignon, Shiraz, Klein Babylonstoren(blend), Chardonnay e Chenin Blanc. Também produz excelente "brandy".

- Fairview - também no mesmo esquema da Backsberg. Uma vinícola que esta sempre inovando, criando diversos estilos diferentes de vinhos. Bom vinho, ótimo preço. Chardonnay, Merlot e Shiraz merecem atenção.

- Glen Carlou - outra elite internacional muito respeitada. Essa vinícola se especializa no Grande Classique(blend), Chardonnay e Pinot Noir. Deu uma nova dimensão ao Chenin Blanc sul africano nos últimos anos. O "vinho do porto" feito da touriga nacional + tinta barroca + tinta roriz tem ganhado muito destaque.

- Veenwouden - outro grande artesão da industria, Marcel van der Walt. Marcel é um discípulo de Saint Emilion e Pomerol, onde ele estagiou por vários anos. Ainda na quinta colheita, essa vinícola tem batido recorde de consistência, mesmo na pobre safra de 96, que deixou muito vinicultor a desejar. A vinícola produz Merlot, Veenwouden Classique(blend) e o segundo rotulo Vivat Bacchus.

Na região do Overberg ( a região numero I do pais em termos de condições climáticas)

- Hamilton Russel e Bouchard Fynlaisson são duas vinícolas que produzem os melhores Pinot Noir da África do Sul. O Chardonnay ee outra cepa de qualidade nessas duas vinícolas.

Alem das vinícolas acima mencionadas, outras gozam de grande destaque internacional, a maioria situadas na região de Stellenbosch. A África do Sul também produz excelente Sherry e Vinho do Porto, os quais ultimamente vem sofrendo muita pressão do Mercado Comum Europeu para omitir os nomes Sherry e Port de seus rótulos. Seguindo o exemplo do Champagne, que na África do Sul ee chamado de Methode Cap Classique ou Sparkling Wine, Espanha e Portugal alegam que os rótulos originariam competição no mercado internacional.

Os "sparkling wines" mais cotados:

- Graham Beck, JC Le Roux, Pierre Jourdan, Pongracz, Villiera and Twee Jonge Gezellen Krone Borealis.

Os "sherry" mais cotados:

- Os produzidos pela KWV, Bertrams e Monis.

Os "port" mais cotados:

- Boplaas, Bredell, Die Krans, Glen Carlou, Landskroon e Overgaauw.

Fonte: ABS online

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Dicas de bebidas para não errar na sua festa


Quando falamos em festas, comemorações de casamento, formaturas e aniversários costumamos  nos preocupar em oferecer a nós mesmos e aos nossos convidados o que há de melhor para esse dia tão sonhado, organizado e pensado cuidadosamente nos detalhes, muitas vezes com anos de antecedência, com a intenção de compartir nossa sincera  dose de alegria com pessoas próximas, escolhidas criteriosamente para que compartam e guardem consigo esse momento de felicidade.

Nós como profissionais também temos essa preocupação para que todos possam desfrutar ao máximo este momento, orientando nossos clientes para a melhor escolha das bebidas para sua festa.

Primeiro passo é a escolha da bebida que será servida. O ideal em festas é que nossos convidados se sintam a vontade para escolher sua bebida de preferência. Geralmente costuma-se servir bebidas não alcoólicas e bebidas alcoólicas, dentro das bebidas alcoólicas estão geralmente as cervejas, whiskys, coqueteis e o mais festivo e sofisticado de todas as bebidas, os Champagnes ou Espumantes.

Os espumantes são sempre sinônimos de alegria, nos remetem sempre a momentos e sensação de felicidade e nunca poderá deixar de faltar em ocasiões que tem com intenção transmitir isso, por esse motivo devemos ser criteriosos na hora da escolha, prezando sempre pela qualidade do produto e também levar em conta seu custo/benefício.

Numa comemoração, uma garrafa de espumante serve 3 pessoas. Essa estimativa deve ser seguida mesmo em festas cujos convidados não bebam álcool expressivamente, pois muitos curiosos aceitarão a bebida só para experimentar ou simplesmente para fazer um brinde ao casal, no caso de um casamento, ou um brinde a comemoração. Seguindo esse cálculo, as chances de faltar bebida são mínimas, mas… e se sobrar? Bem, para evitar que isso aconteça, a dica é consignar entre 30 e 50% da quantidade calculada.

Em uma festa, por mais que a comida esteja deliciosa e o DJ tenha sido muito bem escolhido, é a bebida que vai manter os convidados animados. Por isso, é importante escolher opções de boa qualidade e que agradem durante toda a festa. Nesse caso, o Champagne ou um espumante Brut é o mais indicado. Ele apresenta cor amarelo palha, geralmente o sabor é mais harmônico e tem um agradável frescor, que convida sempre ao próximo gole.

Os frisantes geralmente são as bebidas mais consumidas em eventos em nosso estado por terem o grau de álcool menos elevado e terem uma maior quantidade de açúcar residual, que torna a bebida mais doce e mais agradável aos paladares menos habituados a beber, porém com o passar das horas ele também pode se tornar enjoativo. Dentro dessa classificação se encontra o tão conhecido e consumido frisante italiano Lambrusco.

Finalmente o mais importante, provar. Selecione lugares de confiança, especialmente aqueles que já são especializados em espumantes para festa. No Rio Grande do Norte encontramos 2 empresas que investem na seleção desses espumantes nesse segmento que são a Terroir Distribuidora em Natal e em Mossoró a empresa Oeste Trigo.  Capriche um pouquinho nesta fase, valerá a pena no final e, enquanto isso você se deliciam com alguns golinhos e já comemora antecipadamente. Normalmente, o local em que você comprar não lhe cobrará as garrafas de prova, e ao final, compre o que gostar mais!

Boa Festa!!


Por Fabiana Dall'Onder